Achei muito curioso o pequeno apontamento do DN, que, a propósito da comemoração dos 50 anos de Astérix, recorda a chegada do guerreiro gaulês a Portugal. Os portugueses ficaram a conhecer Astérix e Obélix em Maio de 1961, no semanário "Foguetão", cerca de ano e meio depois desta banda desenhada ter sido publicada em França.
O semanário não teve futuro (contou apenas com 13 edições, talvez pelo preço, 2$50 escudos, uma exorbitância para a época), mas Astérix sobreviveu, surgindo em 1963 no "Zorro", e nunca mais abandonou terras lusas deste então.
