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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

«Papel a Mais» em Setúbal no dia 6 de Dezembro

A Livraria Culsete, em Setúbal, vai receber a apresentação de «Papel a Mais» (Esfera do Caos), de Resendes Ventura, alter-ego do livreiro Manuel Medeiros. Será no próximo dia 6 de Dezembro, entre às 16 e às 19h00. Durante a apresentação será possível ler excertos do livro em causa mas também de outros autores; «se preferir trazer um instrumento e tocar qualquer coisa sinta-se à vontade para o fazer. Venha ajudar-nos a construir a book party».
«Ensaio, porque o livreiro Manuel Medeiros decidiu dizer o que pensa acerca da situação actual do mercado do livro, sem deixar de falar das políticas de incentivo à leitura e dos diversos agentes que fazem desta actividade um negócio e ou uma paixão. A sua experiência de largas dezenas de anos - convivendo com autores, editores e distribuidores - é assim posta ao serviço de uma reflexão que ao correr da pena vai descobrindo feridas e apontando caminhos»

«Poemas Portugueses» apresentado no dia 15 de Dezembro


«Poemas Portugueses – Antologia da Poesia Portuguesa do Séc. XIII ao Séc. XXI», coordenado por Jorge Reis-Sá e Rui Lage e editado pela Porto Editora, será apresentado no próximo dia 15 de Dezembro, pelas 19:00, na Fundação Medeiros e Almeida, em Lisboa. Vasco Graça Moura, que assina o prefácio da obra, também apresenta o livro. Ler mais aqui

«A Guerra e a Paz» de José Augusto França

«A Guerra e a Paz» é o novo romance histórico do historiador José Augusto França. A apresentação, a cargo de Hélder Macedo, está agendada para o dia 9 de Dezembro na Biblioteca do Grémio Literário, em Lisboa, pelas 19h00.

«Depois de «Ricardo Coração de Leão» e de «João sem Terra», que são «Duas Vidas Portuguesas» (2007 e 2008), José Augusto França apresenta um romance histórico que o não é, em tão explorado género literário, mas sim na realidade um romance dos tempos que atravessa – os anos 40 portugueses e franceses da ocupação alemã, os anos 60 lisboetas das revoltas estudantis e 70, da revolução. Trazido aos anos 90 vividos numa velha casa do Anjou, «A Guerra e a Paz» é um romance de memórias e dúvidas, amores e desamores do nosso tempo. Como outrora se dizia, trata-se de «destinos individuais inscritos no contexto histórico». O título vem, como se sabe, de Tolstói, e é reutilizado cento e trinta anos mais tarde. Não disse recentemente Doris Lessing, Prémio Nobel da Literatura em 2007, a propósito do romance contemporâneo, que ele ´tem uma vida após Tolstói´? E ele próprio, Tolstói, não escreveu que ´a guerra é de todos e a paz de cada qual?´». In Diário Digital

Sobre o autor
Ficcionista, ensaísta e crítico de arte, nascido em 1922, em Tomar, diplomado pela École d'Hautes Études de Paris e doutorado pela Sorbonne, é membro de academias de artes e cultura em Portugal e em França. Dedicando-se especialmente à investigação e ao ensaísmo, dirigiu o Departamento de História de Arte da Universidade Nova de Lisboa.
Foi presidente do ex-Instituto de Cultura e Língua Portuguesa e da Academia de Belas-Artes e director do Centro Cultural Calouste Gulbenkian, em Paris.
Enquanto teórico e divulgador, pertenceu ao Grupo Surrealista de Lisboa, de que fizeram parte, entre outros, Mário Cesariny de Vasconcelos e Alexandre O'Neill. Colaborou, com artigos de crítica de arte e cinema, em inúmeras revistas e jornais literários portugueses e estrangeiros, destacando-se, no último caso: Art d'Aujourd'hui e Cahiers du Cinema e foi director de Unicórnio e co-director de Cadernos do Meio-Dia.
Destacam-se na sua obra: Natureza Morta, Despedida Breve (ficção); Azazel (teatro); e no ensaio: Charles Chaplin, o "Self Made Myth", Almada Negreiros, o Mestre sem Obra, O Romantismo em Portugal e O Modernismo na Arte Portuguesa.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

"Eu amo você" de Nilton chega às livrarias na próxima semana


Chega às livrarias mais um livro «bem disposto», que vai ser apresentado pelo próprio autor, Nilton, no dia 29, às 21h30, no Maxime. O lançamento está inserido num  espectáculo de stand-up comedy.

Sinopse
"Eu Amo Você" é uma obra de humor que disserta sobre todos em geral e os portugueses em particular. Pequenos pensamentos ou grandes ideias sobre o nosso dia-a-dia. Duzentas páginas de dúvidas de um autor que vive fascinado com a essência do ser português.
Porque é que antigamente uma criança que não parasse quieta era mal-educada e hoje é hiperactiva? Não precisa responder já, mas tenha também presente que não será aqui que vai encontrar a resposta. Este livro não irá melhorar em nada a sua vida, quando muito fará com que tenha ainda mais dúvidas sobre o mundo e essa raça que o habita, nós. Já agora, a crise manda-lhe um abraço e avisa que vai chover amanhã.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Novo livro de José Rodrigues dos Santos: será que é desta?

A Gradiva anunciou que o lançamento nacional do próximo livro de José Rodrigues dos Santos será no dia 24 de Outubro, no Centro Comercial Colombo, pelas 17h.

Para já só se conhece o nome, Fúria Divina (muito ao estilo de Dan Brown, devo acrescentar, o que não ajuda ao meu entusiasmo), mas aguardo ansiosamente pelo desvendar do conteúdo.

Será que é desta a escrita de José Rodrigues dos Santos amadurece e se emancipa do emaranhado de factos históricos VS personagens lineares? Espero sinceramente que sim! A literatura portuguesa contemporânea (com laivos de "histórica") agradecia (e eu também, porque depois de O Codex 362 e de A Vida Num Sopro começo a estar "vacinada" contra a falta de sensibilidade de Rodrigues dos Santos no que toca a "encher chouriços" com factos históricos).

Perdoem-me os fãs... Nem só de Livros Favoritos vivem as nossas "excursões [literárias] mentais".